Professor,
leia este artigo e descubra como conseguir alavancar o aprendizado de seus
alunos!
Alunos, a
internet está repleta de informação de qualidade! Não deixe de aproveitar e
ampliar seus conhecimentos!
Foi-se o
tempo em que os discentes se contentavam apenas em fazer anotações nos cadernos
e em memorizar conteúdos. Agora, com a consolidação da chamada Social Media,
redes de relacionamento on-line, os alunos da Geração Y (nascidos a partir de
1980) exigem, todos os dias, novas oportunidades para expressar ideias,
interatividade constante e formatos diferenciados de aprendizagem. Neste
contexto, a educação colaborativa ganha força e consistência. Afinal, esta
prática de ensino é a essência necessária para os alunos desenvolverem e
aprimorarem competências fundamentais para se prepararem para a vida e
ingressarem no mercado de trabalho com empreendedorismo, automotivação,
flexibilidade e capacidade de desenvolver conteúdo e estratégia.
O grande
diferencial deste formato educacional é se utilizar de um ambiente
descontraído, como o Orkut, Twitter, Facebook e MySpace, para prover conteúdo e
informações e, ao mesmo tempo, estimular a troca de conhecimento além dos muros
das escolas. Tudo fica, então, mais agradável e interessante, já que a maioria
dos jovens usa as redes on-line para expandir suas amizades, conforme revela o
estudo "Vivendo e Aprendendo com os Novos Meios de Comunicação: Resumo das
Descobertas do Projeto Juventude Digital", realizado entre 2005 e 2008 com
financiamento da The John and Catherine T. MacArthur Foundation.
Esta
adesão à Social Media já ocorre também nas classes mais carentes. A pesquisa
Ponline 2007, por exemplo, realizada com os usuários do Acessa São Paulo, o
Programa de Inclusão Digital do Estado de São Paulo, revela que mais de 80% dos
participantes navegam em comunidades virtuais e sites de relacionamento. Dos
entrevistados, 86% disseram que entram nestes sites para fazer novos
amigos.
Alguns
colégios já perceberam a força das mídias sociais e iniciaram projetos. No
tradicional Bandeirantes, por exemplo, os alunos utilizam Twitter e Planeta
Band, uma ferramenta equivalente ao Orkut. Já no Santa Cruz, há experiências
com wikis, twitter, blogs e thinquest. E no Liceu Pasteur, o Flickr é utilizado
para o ensino da língua inglesa.
Aos
poucos, esse movimento virtual rompe fronteiras e os professores, antes
resistentes às tecnologias e até mesmo com medo de aprender o "novo",
percebem que os estudantes estão no epicentro de uma revolução educacional e
que os ambientes virtuais serão parte integrante deste movimento de valorização
do pensamento e do aprimoramento dos potenciais educacionais e pedagógicos dos
alunos.
Fonte:
Educação Para Crescer. A verdadeira educação colaborativa. Disponível em: <http://educarparacrescer.abril.com.br>.
Acessado em: 12/06/2013

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